Crianças e adolescentes carentes de Campina Grande festejaram dias 17 e 18 de junho o São João do Programa 4S Promenor – ONG mantida pelo sistema FIEP (Federação das Indústrias do Estado da Paraíba) e FECOMÉRCIO. O evento contou com uma festa junina com direito à música regional, comidas típicas e apresentações de quadrilhas e danças. “Nosso trabalho é importante para as crianças e jovens, pois faz com que eles tenham a compreensão da importância de ser um humano consciente e colaborar com os outros. Para eles, isso é uma oportunidade de vida que eles podem aproveitar”, disse Márcia Nery, coordenadora do programa, que foi criado em 1995 e realiza além de atividades culturais, trabalhos de educação física, pedagogia, filosofia e acompanhamento psicológico e visitas domiciliares.
“Eu gosto muito do 4S por que aqui nós temos a chance de nos desenvolvermos como cidadãos conscientes dos nossos direitos e deveres”, afirma com entusiasmo Márcio de Albuquerque, 14 anos, que já está na ONG desde 2008. “O Programa 4S Promenor me ajudou a ser alguém, pois através dele pude ter a chance de conseguir meu primeiro emprego e ajudar a minha família”, declara Ariosvaldo Hugo,16 anos, que através da instituição conseguiu um curso de panificação e confeitaria e hoje trabalha como menor aprendiz em uma panificadora da cidade.
O Programa 4S Promenor atende 200 crianças e adolescentes, de 08 a 16 anos, oriundos de famílias carentes em situação de risco social, em dois núcleos comunitários localizados nos bairros Jardim Paulistano e Palmeira, além disso, o programa também promove trabalhos para a comunidade com a ajuda de parceiros como o Rotary Club. Outra ação do projeto é o Curso de Operador de Microcomputadores, que é ministrado pela ONG desde 2005 em parceria com o Programa Infraero Social já formou mais de 470 alunos e é uma das atividades mais procuradas pela comunidade.
Diogo de Almeida e Eveline Regina
Publicado no Repórter Junino















(mudando de assunto)
Certas vezes os ventos da vida levam os sonhos ao rochedo do desapontamento. Os pedaços acabam representando tudo aquilo que escarravamos outrora e tal escarro parece que era uma ironia daquilo que se evitava ser, mas agora o é.
Podemos interpretar, então, que o “mirar na lua e acertar as estrelas” é uma farsa, pois eu já fui uma vítima que mirei na lua, mas parece que acertei o vácuo. Não é questão de pontaria, não é questão de azar.. talvez seja questão de sonhos mentirosos, blasfemicamente desfermentados como os de alguma padaria de mentira.
Sonhos farsantes se esfarelam e podem nos dar uma falsa identidade de pinóquios, pois o mentir pra si mesmo nos faz crescer não um nariz pra que todos vejam e gaiofem, o mentir para si faz crescer o vazio, como um buraco negro que consome o que talvez já tenha sido uma verdade de si mesmo.
Visitando esse blog, depois de um tempo de ausência, vejo que, aparentemente, a banda dona desse espaço se tornou vítima de tudo o que acabei de citar acima, de forma elegante e metafórica.
Uma pena…
Entristece-me saber que o “espírito rocker” tenha sido evaporado tão facilmente pelos integrantes da banda Vernissage.
Virar um “gelo ao sol” por querer é um tanto… mal.
Realmente,uma pena…